Bial abre portas à Rede PME Inovação COTEC em "Dia da Associada"
Publicado em Maio de 2010

Dia da Bial

Cerca de 30 representantes de PME inovadoras aceitaram o convite e foram conhecer a Bial por dentro. A anfitriã abriu as suas portas no passado dia 17 de Maio e deu a conhecer um pouco mais do que é o negócio do gigante da farmacêutica nacional em mais um “Dia da Associada”.

© COTEC Portugal

 

“Pelos negócios que podem vir a concretizar-se, pelos processos de fusão que possam daqui advir, pelas parcerias que aqui possam nascer ou pelo simples networking e troca de experiências realizado, acho que este encontro entre as empresas da Rede PME Inovação e os Associados da COTEC – neste caso a Bial – é muitíssimo importante”, sublinhou o Professor Daniel Bessa, Director-Geral da COTEC, na abertura da sessão.

Exclusivo para empresas da Rede PME Inovação, o Dia da Bial constituiu mais um passo na aproximação entre as empresas do círculo COTEC. Neste evento, a Bial deu-se a conhecer, explorando em particular os temas inovação, propriedade intelectual, internacionalização e recursos humanos. Os participantes tiveram também a oportunidade de visitar as instalações da Bial, nomeadamente o departamento de I&D.

Ao serviço da sua Saúde
Com 86 anos de experiência e um percurso que a leva a estar hoje presente em 40 países diferentes, a Bial é a empresa portuguesa que mais contribui para a Investigação & Desenvolvimento (I&D) nacional. Fruto disso é o primeiro medicamento de raiz e patente portuguesa, o antiepiléptico Zebinix, que resulta de 14 anos de investigação e 300 milhões de euros de investimento.

Ao operar num sector onde a I&D é um elemento fulcral, as questões da propriedade intelectual são de extrema importância para o Grupo Bial que, em 2007, tinha mais de 200 patentes concedidas e cerca de 600 pedidos de patente em trâmite. Face à prolífera actividade de investigação, a empresa farmacêutica tem assim não uma, mas várias estratégias de propriedade intelectual, que variam consoante o projecto em causa.

A investigação farmacêutica é um processo moroso – os medicamentos demoram cerca de 12 anos a entrar no mercado –, que se prolonga após o início da comercialização dos produtos. Portugal é claramente um mercado demasiado pequeno para os investimentos inerentes, pelo que a internacionalização é um vector chave da estratégia da Bial, tal como observou o Dr. António Portela, Director-Geral da Bial Internacional: “Se quisermos crescer o suficiente para suportar os nossos investimentos em I&D temos de alargar a nossa base de facturação”.

Mas para operar lado a lado com os grandes players internacionais é imperativo ter-se uma postura de abertura, procurando sempre aprender com os outros. “Não há que ter medo de nos relacionarmos com as empresas estrangeiras, maiores que nós; há antes que perceber como se pode ganhar ao colaborar com elas “, apontou o Dr. José Redondo, Director-Geral da Bial Portugal, acrescentando que a produção a nível internacional com os standards mais exigentes foi uma das grandes mais-valias na experiência da empresa.

Na perspectiva da Bial, a capacidade inovadora (e consequentemente competitiva) das empresas nos dias de hoje passa pela existência de uma base alargada de conhecimento e competências técnicas fortes. Para tal, o maior grupo farmacêutico português recruta recursos humanos altamente qualificados – na sua vasta maioria com formação universitária e superior –, procurando retê-los, numa aposta a longo prazo.

Consulte a agenda do evento

Subscreva a nossa newsletter
Preencha corretamente os campos
Pesquisa
Escreva o que pretende procurar
Resultados da pesquisa
Sugerir a um amigo