Publicado a 30 de Agosto de 2013

Fundos Revitalizar disponibilizam 220 milhões de euros para capitalizar PME portuguesas

Os Fundos Revitalizar, que contam com 220 milhões de euros destinados à capitalização de pequenas e médias empresas com planos de negócio viáveis, estão formalmente operacionais, revelou no passado dia 27 de Agosto o Ministro da Economia, António Pires de Lima.

Os Fundos Revitalizar são instrumentos de capital de risco destinados à capitalização de pequenas e médias empresas (PME) com planos de expansão e crescimento e situação financeira equilibrada e sustentável, mas com necessidades de reforço de capital, em contextos de revitalização ou reorientação estratégica de mercado, produto ou modelo de gestão.

No total, há três Fundos Revitalizar, que serão alocados regionalmente: as zonas Norte e Centro receberão 80 milhões de euros cada uma e a zona Sul 60 milhões de euros.

Os fundos serão geridos por três sociedades de capital de risco independentes, seleccionadas através de concurso público: a Explorer Investments ficou responsável pela zona Norte, a Oxy Capital pela zona Centro e a Capital Criativo pelo Sul do país, que inclui Lisboa, Alentejo e Algarve. Estas empresas farão a análise técnica dos processos de candidatura das empresas e poderão também contactar as empresas directamente para aplicar o valor que têm em carteira para investir.

A regras dos fundos requerem que 70% da liquidez seja aplicada no capital social das empresas e impedem que os fundos sejam aplicados na aquisição de créditos. O investimento por empresa será no máximo de 1,5 milhões de euros, sendo que a aprovação do apoio está subjacente à capacidade de crescimento e sustentabilidade do modelo de negócios da empresa.

Os Fundos Revitalizar constituem uma medida inscrita no Programa Revitalizar, lançado a 3 de Fevereiro de 2012; no entanto dado o elevado número de intervenientes no processo apenas agora os fundos foram operacionalizados. Os 220 milhões de euros dos fundos têm origem em fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional - QREN (110 milhões de euros) e em fundos provenientes da participação de sete bancos comerciais (outros 110 milhões de euros).

Mais informação aqui.

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