«inovação é NOS»
Publicado a 30 de setembro de 2015

Dia da NOS

A NOS reuniu-se com os restantes Associados da COTEC no passado dia 28 de setembro para partilhar o seu foco, as suas estratégias, e esperar propostas para a colaboração conjunta com as empresas presentes, em mais um “Dia do Associado”.

© NOS

 

A Casa da Música, no Porto, serviu de palco à NOS para dar a conhecer aos cerca de 85 participantes os seus principais produtos, a sua organização interna, para onde pretende evoluir, e onde irá apostar no futuro, seguindo as novas tendências.

Apesar de bem implantada, a marca NOS, aos dois anos de idade, é relativamente jovem, mas apresenta já um vasto conjunto de soluções inovadoras, originárias das duas empresas de cuja fusão a NOS resulta: IRIS e TimeWrap (novo paradigma de visualização de TV), Kanguru (novo paradigma de banda larga móvel), HOME (primeiro passo na substituição do telefone fixo pelo móvel), Wöw (LTE como substituto do fixo pelo móvel na banda larga), entre outros.

E é neste ambiente de “linha da frente” que estes encontros acontecem, onde, segundo Daniel Bessa, Diretor-Geral da COTEC Portugal, «casas de vanguarda nos dão a saber o que estão a fazer e isso toca à área das compras e à área do I&D», as duas áreas em foco no Dia NOS.

Bessa vê também os “Dias do Associado” como «uma excelente oportunidade para se desenvolver a oferta interna de bens e serviços», porque esta se desenvolve «quando se aproxima de clientes maiores e mais sofisticados». É, portanto, uma ocasião de win-win para ambas as partes, grandes empresas e PME. Foi esse, aliás, o objetivo original destes encontros, proporcionar um ambiente de partilha, que convidasse ao networking entre as organizações COTEC, a fim de promover novas colaborações e o alcance de novos “destinos”, de futuro.

© NOS

 

O ritmo “exponencial” do digital
Apesar de estarmos na cauda da Europa relativamente à adoção da tecnologia de cloud computing e da Europa estar também na cauda do Ocidente e da Ásia nesse aspeto, Portugal está a acelerar rapidamente o ritmo dessa adoção. Junte-se ainda as novas tendências de consumo – mais flexível, de fácil acesso, e em qualquer lado (digital) –, as mudanças nos modelos de negócio/de oferta (como é o caso da Uber), o novo paradigma do “consumidor-fazedor” ou o novo economicismo na relação dos clientes com as marcas, em que exigem mais dos fornecedores, e o ritmo dessa adoção poderá ser apenas de um tipo: um «ritmo exponencial, avassalador». É assim que o digital aparecerá nas nossas vidas. Será como estarmos numa sala fechada com uma infiltração de água em que «durante os primeiros 30 minutos só sentimos os pés molhados, mas nos seguintes 6 minutos a sala fica totalmente submersa».

Foi precisamente aqui que João Ricardo Moreira, Administrador da NOS Comunicações, focou a sua apresentação: nas alterações drásticas e “exponenciais” que pautam os dias de hoje. E é aí que a NOS atua: «em promover o mais possível o caminho do digital, aumentando o negócio e reduzindo custos». Para tal, a NOS trabalha em quatro linhas de ação principais – colaboração, mobilidade, segurança, e cloud – onde acredita poder acrescentar valor aos seus clientes e é por isso que constrói em cima delas as suas propostas de valor.

João Moreira abordou ainda o ecossistema de inovação aberta que a empresa tem estabelecido e pretende desenvolver cada vez mais, e as características dos seus produtos, para os quais a inovação é orientada à melhor experiência dos clientes.

A I&D na NOS
Para Pedro Bandeira, responsável pelo Desenvolvimento de Produto Residencial, há um mau modelo de desenvolvimento de produto: «o de uma só empresa fazer tudo do início ao fim». Trata-se de um «ecossistema mais obscuro», menos flexível e menos rico do que aqueles desenvolvidos entre parceiros. Esta é a máxima da NOS que, apesar de garantir muito do desenvolvimento interno na I&D empresarial, também recorre a parceiros por várias razões e em diversas etapas do ciclo de desenvolvimento do produto (modular), não exigindo propostas totalmente integradas, sendo sempre crucial que sejam criativas. «NOS queremos ideias, boas ideias», “queremos desafiar-vos, mas também queremos que vocês nos desafiem a NOS», concluiu.

© NOS

 

Carlos Lourenço, Responsável pela área de Compras e Negociação do Grupo NOS, informou que a empresa privilegia muito os seus parceiros e, particularmente, as empresas portuguesas. É objetivo principal o de trazer o máximo valor para a empresa, o que significa que, muitas vezes, não é a proposta mais “barata” que é adjudicada.

Com oito responsáveis pela negociação em seis grandes áreas, a decisão de adjudicação não é apenas tomada pelo departamento de compras, mas sim com todos os interessados no negócio.

Por ano são muitas as consultas feitas ao mercado e, para simplificar e otimizar este processo, uma nova plataforma eletrónica, que servirá para acolher as propostas, está a ser desenvolvida, prevendo-se para breve o início da sua atividade. Será um verdadeiro portal de negociação de parceiros atuais e novos, dando mais oportunidades a mais empresas para colaborar com a NOS, onde a informação virá estruturada por área de trabalho ou por tipo de serviço, por exemplo.

No final da intervenção de Carlos Lourenço as empresas presentes tomaram da palavra a fim de esclarecerem as suas dúvidas, concretamente no que respeita à contratação feita pela NOS.

João Ricardo Moreira terminou com o apelo para que novos desafios surjam com o fim de desenvolvimento conjunto entre a NOS e esses parceiros, e em que a empresa de comunicações não seja vista como uma oportunidade de lucro monetário, mas sim enquanto agregador de milhares de colaboradores de know-how crítico, ao nível dos melhores do mundo, e com disponibilidade para trabalhar em tecnologia de ponta, em ambiente de colaboração e de «frontalidade, num registo de total abertura».

Consulte o programa da sessão.

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