Inovar nos Sectores Tradicionais

«A inovação é algo muito complexo, mas nem sempre tem os contornos de sofisticação que geralmente lhe são atribuídos. Para além da inovação de produto e de processo, existe, por exemplo, inovação comercial, de distribuição e de gestão», observou o Professor Daniel Bessa, Director-Geral da COTEC, na abertura do Seminário “Inovação em Sectores Tradicionais”, que se realizou dia, 9 de Outubro, na FIL.

 

Inserido na iniciativa Portugal Tecnológico 2009, este seminário apresentou exemplos práticos de empresas nacionais de sucesso que fizeram uso dos diferentes tipos de inovação para aumentar a sua competitividade no mercado global, apesar de estarem enquadradas num ambiente considerado adverso à inovação, o dos ditos sectores tradicionais.

As quatro empresas apresentadas (por tipo de inovação) foram:

Mãos à obra
«Nós somos um povo de grande talento e grande criatividade e muita capacidade para colocar os dois à sombra de uma boa desculpa para não fazer nada. Mas quando pomos mãos à obra, o resultado é muito bom», salientou o Professor Carlos Zorrinho.

O Coordenador da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico notou que nos exemplos trazidos pelas quatro empresas, o importante é como se incorpora conhecimento e tecnologia num negócio de base tradicional. «Inovar não basta. Conhecimento só por si é um ponto de entrada, tal como é a tecnologia. O que faz a diferença é a actividade empreendedora», frisou.

O Professor Daniel Bessa lançou, por seu lado, o desafio às empresas intervenientes de inovarem cada vez mais e melhor: «Fizeram o exame e foram bem sucedidos, mas ainda têm muito que fazer pela frente», observou.

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