Publicado a 23 de fevereiro de 2017

O COHiTEC é um programa que marca quem passa por ele

Cerca de 100 pessoas participaram no dia 21 de fevereiro na Sessão de Pré-Abertura do Programa COHiTEC 2017, que teve lugar às 18h30 na Porto Business School. Numa sessão que reuniu alumni e candidatos do COHiTEC, empresas e instituições do SCTN, Jorge Portugal, Diretor-Geral da COTEC, deixou a mensagem de que "o COHiTEC é um programa de capacitação que marca quem passa por ele e os seus efeitos prolongam-se muito para além do Programa".

A Sessão de Pré-Abertura do Programa COHiTEC 2017 constituiu um momento de debate e “networking” sobre inovação baseada em conhecimento, que contou com a presença de Ramon O’Callaghan, Dean da Porto Business School, Jorge Portugal, Diretor-Geral da COTEC Portugal, e Stephan Morais, Administrador da Caixa Capital.
 
O primeiro painel do evento discutiu que competências de gestão são exigidas para projetos de inovação, com particular incidência em empresas nascentes. Participaram neste painel João Ferreira, co-fundador da Venture Catalysts, Joaquim Valente, “Serial Entrepreneur”, Luísa Marques, co-fundadora e Chief Operations Officer da Exogenus Therapeutics e Pedro Vilas-Boas, co-fundador e Chief Financial Officer da MUB Cargo.

Para os intervenientes do debate, algumas das mais-valias da participação no COHiTEC foram "a capacidade de perceber de uma forma simples e eficaz se o modelo de negócios é funcional ou não" (Pedro Vilas-Boas) e "identificar as falhas fatais do projeto o mais rapidamente possível" (João Ferreira).
 
O segundo painel debateu como a cooperação entre o sistema científico e tecnológico e as empresas pode resolver os problemas da inovação, contando com a presença de João Cortez, responsável pela Unidade de Transferência de Tecnologia e Programas do i3s, José Paulo Rainho, Coordenador da UATEC, Miguel Cabral, Diretor de I&D da Amorim & Irmãos e Pilar Morais, Diretora-Geral de ID&I da Frulact.

Neste debate, foram identificados alguns pontos essenciais para melhorar a ligação entre o sistema científico e tecnológico e as empresas, como a existência de "um diálogo eficaz o mais cedo possível" (João Cortez), a gestão das "expectativas de ambos os lados" (José Paulo Rainho) e a melhoria do "tempo de resposta" por parte das entidades de produção de ciência e tecnologia (Miguel Cabral).

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