7 de outubro de 2016

O Fim da Economia Linear

Aumento demográfico, escassez de recursos e subida dos preços das matérias-primas empurram a Europa para a circularidade da economia - com ganhos estimados que podem chegar a 1,8 triliões de euros até 2030.

“Precisamos de consumir menos. Muito menos. Menos comida, menos energia, menos objetos de que não precisamos”, diz Stephen Emmott, autor do livro “Ten Billion” sobre desafios ambientais. Mas, na verdade, a cada década que passa o consumo cresce sem medida.
 
Desde a revolução industrial que dependemos dos recursos naturais para elevar o nosso padrão de vida. À medida que esses recursos foram escasseando e encarecendo precisámos de encontrar novas formas de garantir a sustentabilidade da vida.
 
O custo de muitos recursos básicos, incluindo petróleo, aço e alimentos, está a aumentar rapidamente, alerta a consultora McKinsey. E ainda compramos, usamos e deitamos fora esses recursos a um ritmo insustentável.
 
As empresas ainda não perceberam que os recursos naturais já não estão todos debaixo da terra, mas sim ao nosso redor- só precisam de ser recuperados do fluxo dos resíduos.
 
A consultora McKinsey, num relatório de 2015 para a Ellen MacArthur Foundation, a organização não lucrativa fundada por Ellen MacArthur, que ajuda as empresas a fazer a transição para a economia circular com o apoio de governos, educação e comunicação, diz que “a adoção dos princípios da economia circular pode não só beneficiar a Europa do ponto de vista ambiental e social como gerar um beneficio económico líquido de 1,8 triliões de euros até 2030”.
 
Veja o vídeo da Sociedade Ponto Verde:

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