Publicado em 29 de Janeiro de 2014

Portugal cai quatro lugares no ranking de inovação da Bloomberg

Em 2013, Portugal posicionou-se em 29.º lugar na lista de países mais inovadores do mundo elaborada pela Bloomberg, quatro lugares abaixo da posição obtida em 2012. No pódio, destacaram-se a Coreia do Sul (1.º lugar), Suécia (2.º lugar) e EUA (3.º lugar).

Na posição 29.ª na lista de países mais inovadores do mundo, Portugal desceu quatro lugares em relação ao ano de 2012 (25.º lugar), tendo trocado de posição com a China.

No que diz respeito a uma análise individual dos factores que compõem o ranking, o país ficou melhor posicionado nos indicadores de concentração de investigadores (14.º lugar) e intensidade de investigação e desenvolvimento (26.ª posição), tendo obtido pior pontuação relativa no respeitante à produtividade (34.º), níveis de educação (38.º), densidade de alta tecnologia (49.º), capacidade industrial (54.º) e actividade de patentes (59.º).

No pódio do ‘Bloomberg’s Global Innovation Index’ ficaram a Coreia do Sul (1.º lugar), Suécia (2.º lugar) e EUA (3.º lugar), seguidos pelo Japão (4.º), Alemanha (5.º), Dinamarca (6.º), Singapura (7.º), Suíça (8.º), Finlândia (9.º) e Taiwan (10.º).

Curiosamente, embora a Coreia do Sul tenha tido a melhor pontuação ponderada, não se classificou em primeiro lugar em nenhum dos factores que compõem o ranking. Assim, e de acordo com a Bloomberg, o país que mais gastou em 2013 em investigação e desenvolvimento em percentagem do PIB foi Israel. A Suíça foi o país com maior produtividade, os EUA possuem a maior densidade de alta tecnologia, a Islândia a maior concentração de investigadores e a China, sem surpresa, é o país com maior capacidade industrial. Por fim, o Canadá destaca-se nos níveis de educação, enquanto Taiwan se distingue pela actividade de patentes.

O ‘Bloomberg’s Global Innovation Index’ é publicado anualmente pela agência financeira e, para calcular o índice de inovação (‘Bloomberg Innovation Quocient’), tem em conta sete factores: intensidade de investigação e desenvolvimento (I&D), produtividade, densidade de alta tecnologia, concentração de investigadores, capacidade industrial, níveis de educação e actividade de patentes.

Dos 215 países analisados, a Bloomberg seleccionou 110 países que possuíam informação actualizada sobre pelo menos 5 dos factores em avaliação e, destes 110, elaborou uma lista que destaca os 30 mais inovadores.

O estudo, publicado em Janeiro de 2014 e tendo por base dados referentes a 2013, teve como fontes de informação: Bloomberg, International Monetary Fund, World Bank, Organisation for Economic Co-operation and Development, United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization, U.S. Patent and Trademark Office, World Intellectual Property Organization.

Consulte o ranking aqui.

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