Publicado em 7 de Julho de 2011 (última actualização: 08-07-2011)

Seis novos projectos apresentados no COHiTEC.Norte@EGP-UPBS

A EGP - University of Porto Business School (UPBS) foi novamente palco da Sessão de Encerramento do Programa COHiTEC.Norte@EGP-UPBS, que decorreu no passado dia 5 de Julho e onde foram apresentados 6 novos projectos de negócio, com aplicações na área médica, ambiental, alimentar e da domótica.

© COTEC Portugal

 

O Programa COHiTEC é uma acção de formação onde ideias de base científica dão os primeiros passos em direcção ao mercado. Durante 4 meses, equipas multidisciplinares compostas por investigadores, estudantes de gestão e executivos geram ideias de produto baseadas nas tecnologias participantes e preparam um projecto de negócio que sustente a viabilidade da sua aplicação.

«O Programa COHiTEC tem por objectivo fornecer competências na área da comercialização de tecnologias, procurando mudar o mindset, em particular, dos investigadores para incorporarem as questões de mercado no desenvolvimento das suas ideias», explicou Pedro Vilarinho, Director do Act, acrescentando que esta acção de formação é apenas uma parte do Acelerador de Comercialização de Tecnologias (Act) que a COTEC disponibiliza aos promotores de tecnologias com potencial de crescimento.

Uma espécie de “loja do cidadão” para quem quer levar a sua investigação científica para o mercado, o Act visa ajudar os promotores a reduzir o risco associado às suas tecnologias antes de as apresentarem a investidores durante a prova de conceito (Act to Prove), criação do plano de negócios (Act to Enhance) e apresentação a investidores (Act to Add Value).

As ideias de 2011
Os projectos apresentados este ano no COHiTEC.Norte@EGP-UPBS foram:

Uma janela de oportunidade
«O COHiTEC proporciona uma janela de oportunidade: criar empresas de alto potencial de crescimento, aquelas que podem efectivamente mudar o tecido produtivo português”, observou Nuno Sousa Pereira, Dean da EGP-UPBS.

A valorização económica do conhecimento produzido no País é para Mário Rui Silva, Vogal-Executivo do ON.2, um desafio para toda a sociedade. «Transformar ciência em negócio é uma aposta que não podemos abandonar sob pena de hipotecarmos duradouramente a nossa competitividade», frisou.

Ainda que este não seja um caminho fácil, há mecanismos de apoio que podem ajudar os empreendedores na sua jornada. Tal como João Fernandes, Vice-Presidente do Conselho de Administração da InovCapital, lembrou, os projectos que saem agora do COHiTEC têm ao seu dispor o fundo ACTec, gerido pela Inovcapital e disponibilizado na fase Act to Prove, para financiar a validação tecnológica dos projectos.

«Este programa tem o valor de, mais do que trabalhar os projectos, trabalhar uma atitude: uma atitude de profissionalismo, de empreendedorismo, de team work, de ambição e de ligar essa ambição à capacidade de concretização», argumentou, por seu lado, Paulo Zagalo e Melo, Director da Área da Cooperação Científica, Tecnológica e Inovação da FLAD, acrescentando que essa é a atitude capaz de «concretizar uma ideia e transformá-la num negócio».

Conheça também os projectos apresentados na sessão de Lisboa

Assista às apresentações dos projectos do COHiTEC 2011

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