Publicado a 22 de Abril de 2013

U.Porto integra consórcio inovador no combate ao cancro

No dia 17 de Abril foi assinado o protocolo que celebra a constituição da Plataforma Oncológica do Porto, denominada Porto Cancer Network e que resulta de uma parceria inovadora entre alguns dos mais importantes centros científicos portugueses na área do cancro, apostando na criação de sinergias e também no estabelecimento de parcerias estratégicas com o tecido empresarial, de forma a desenvolver uma estratégia consertada que promova uma maior partilha e optimização de recursos ao nível da investigação em cancro.

© U.Porto

 

A Porto Cancer Network - Plataforma Oncológica do Porto tem como missão melhorar a qualidade do tratamento de doentes com cancro, através do reforço da excelência científica e tecnológica. O novo consórcio, que envolve vários centros de investigação da Universidade do Porto [Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), Instituto de Engenharia Biomédica (INEB), e Instituto de Patologia e Imunologia Molecular (IPATIMUP)], o Centro Hospitalar do Porto (CHP) e o Instituto Português de Oncologia do Porto EPE (IPO-P).

Para além do potencial de promoção de uma maior partilha e optimização de recursos ao nível da investigação em cancro, a Plataforma deverá permitir ainda aumentar a capacidade de captação de financiamentos e promover uma maior ligação às empresas tecnológicas.

Na prática, a aposta passará por «desenvolver e implementar redes de colaboração e estabelecer parcerias estratégicas com o tecido empresarial», sisando desta forma «a valorização dos resultados da investigação e a transferência de tecnologia». O consórcio assume a vontade de «facilitar o acesso ao investimento», «melhorar a eficiência dos ensaios clínicos» e «participar na definição de políticas públicas relacionadas com a Prevenção, Diagnóstico e Tratamento em Oncologia». No protocolo que formaliza a criação do consórcio, as instituições envolvidas na nova plataforma mostram-se «empenhadas no reforço da cooperação em rede, utilizando esta parceria para reforçar e consolidar a oferta de formação avançada na área da oncologia e da oncobiologia, desenvolver acções de prevenção primária e secundária do cancro», e também de associar «a investigação científica fundamental à investigação de translação, investigação clínica e à inovação na área da oncologia».

O consórcio tem uma duração prevista de três anos, com possibilidade de prorrogação mediante acordo entre os vários parceiros.

Notícia original aqui.

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