Publicado em Novembro de 2005

Os projectos

A Iniciativa da COTEC sobre Incêndios Florestais, coordenada pelo Senhor Engenheiro Pedro Moura, do Grupo Portucel Soporcel, desenvolveu-se em torno de três principais projectos, seguidamente identificados.


Este projecto foi coordenado pelo Senhor Professor Daniel Bessa, da EGP – Escola de Gestão do Porto (Universidade do Porto) e nele participaram equipas com elementos oriundos das seguintes instituições: AFOCELCA (um agrupamento complementar de empresas do sector da pasta e do papel constituído para a prevenção e o apoio ao combate aos incêndios florestais), Aliança Florestal (a empresa que gere o património florestal do Grupo Portucel Soporcel), EGP, Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica Portuguesa (Porto) e INESC Porto – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (uma instituição de interface entre a Universidade do Porto e a sociedade).

O objectivo central deste projecto foi a emissão de uma opinião fundamentada sobre o sistema nacional de prevenção e combate aos incêndios florestais e a elaboração de propostas para a sua melhoria, efectuadas com base na comparação entre tal sistema e subsistemas nacionais nele incluídos e sistemas estrangeiros de reconhecido êxito.

A apresentação pública de resultados preliminares deste projecto teve lugar no dia 22 de Novembro de 2004, no Centro Cultural de Belém, numa cerimónia presidida pelo Senhor Presidente da República. Tais resultados constam de um artigo disponível no site da COTEC Portugal.

 

 

Figura 3

COTEC - Cobertura conseguida com as três instalações piloto

Este projecto foi coordenado pelos Senhores Professor João Carreira e Engenheiro Paulo Mangana, ambos da CSW – Critical Software, S.A., e nele participaram equipas com elementos oriundos das seguintes instituições: ADAI – Associação para o Desenvolvimento de Aerodinâmica Industrial (uma instituição de interface entre a Universidade de Coimbra e a sociedade), Associações de Produtores Florestais do Vale do Sousa (AFVS) e de Charneca (ACHAR),
Direcção Geral dos Recursos Florestais, IGP – Instituto Geográfico Português, INEGI – Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (uma instituição de interface entre a Universidade do Porto e a sociedade) , IM – Instituto de Meteorologia e ISA – Instituto Superior de Agronomia, Joint Research Centre (da União Europeia). O objectivo central deste projecto foi a disponibilização de uma solução integrada de apoio à decisão na prevenção e combate a incêndios florestais, com base:

  • nas actualizações das cartas nacionais de risco estrutural (elaboradas pelo ISA) e
  • para três áreas piloto (Vale do Sousa, Pinhal Interior Centro e Ribatejo), na adaptação dos sistemas PREMFIRE (realizada pela CSW para emissão diária de cartas de risco dinâmico) e FIRESTATION (desenvolvido pela ADAI para a simulação da propagação de incêndios florestais); as três áreas piloto (Vale do Sousa, Pinhal Interior Centro e Ribatejo), que correspondem a cerca de 4,9% da área do território continental, representam-se na Figura 3.
 

 http://www.cotecportugal.pt/pt/artigos/vigilancia-florestal-deteccao-e-alerta-de-incendios-florestais-e-apoio-a-sistemas-de-combate

Este projecto foi coordenado pelo Senhor Engenheiro Fernando Moreira, do INOV – INESC Inovação, e nele participaram equipas com elementos oriundos das seguintes instituições: ADAI, Associações de Produtores Florestais ACHAR e AFVS, Departamento de Electrónica Industrial da Universidade do Minho, Direcção Geral dos Recursos Florestais, INOV, ISA e LUSOPTEL.

Os objectivos gerais que estiveram na base deste projecto foram os seguintes:

  • Análise da cobertura da actual Rede Nacional de Postos de Vigia (RNPV) e elaboração de uma proposta para a sua reformulação, com vista à optimização dos recursos a ela afectados (os resultados desta acção, que constam de um relatório disponível no site da COTEC, foram divulgados em Fevereiro de 2005).
  • Análise comparativa de tecnologias e sistemas de vigilância e detecção electrónica de incêndios florestais.
  • Realização de instalações de vigilância e detecção electrónica nas três zonas piloto anteriormente identificadas, com base nos sistemas VIGÍLIA (Vale do Sousa), OBSERVA (Pinhal Interior Centro) e CICLOPE (Ribatejo e Vale do Sousa).

 

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